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Olá peoples, tudo bem?
Já faz um bom tempo que não trago nenhum post relacionado a saúde, né? Ficamos tão focados na beleza e estética que acabamos esquecendo da nossa saúde, falo isso por mim mesma. À partir de hoje iniciaremos um novo quadro aqui no blog com o tema Saúde da Mulher, nesse quadro abordaremos vários assuntos voltados para nossa saúde.
Nós mulheres vivemos atarefadas, é casa, filhos, marido, trabalho, estudo e por aí vai.... São tantas ocupações que quase não nos sobra tempo para cuidarmos de nós. A única época (que eu saiba) que é focada na saúde da mulher é no mês de Outubro, onde todos se mobilizam em prol do combate ao câncer de mama e do colo do útero. É uma linda campanha a do Outubro rosa e eu super apoio, mas devemos ter a mesma preocupação com nossa saúde o ano todo, não apenas em um mês, muitas mulheres só se lembram da existência dessas doenças porque a mídia divulga a campanha nos lembrando dos cuidados que devemos ter, se não fosse isso, muitas mulheres não saberiam, ou talvez não dariam importância para tais doenças.
No post de hoje eu trago algumas informações sobre uma doença que afeta muitas mulheres, uma doença comum, mas desconhecida por muitas de nós. O primeiro passo para prevenirmos qualquer doença e conhecer cada uma delas.
Pesquisei bastante para poder falar com propriedade sobre essa doença para vocês, eu já sabia um pouco sobre ela, mas apenas minha explicação seria muito vaga, por isso pesquisei em um site onde as fontes foram profissionais da área.
Todas as informações a seguir foram tiradas do site: Gineco.com.br

Tromboembolismo Venoso:
Tromboembolismo venoso (TEV) é o termo empregado para designar a combinação de duas doenças, a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP). A trombose venosa profunda é uma doença causada pela formação de coágulos no interior das veias profundas, geralmente nos membros inferiores. E embolia pulmonar é a obstrução das artérias do pulmão causada pela formação de coágulos (trombo).
É uma doença decorrente de condições variadas, adquiridas ou congênitas. Dentre os principais fatores de risco para o desenvolvimento dessa doença estão:
• Cirurgia e Trauma;
• Idade;
• Obesidade;
• Câncer;
• Gravidez e pós-parto;
• Tabagismo;
• Varizes;
• Uso de anticoncepcional.
Apesar de serem duas doenças combinadas, o tratamento do Tromboembolismo venoso deve ser único. É uma doença de alto risco, podendo levar a óbito caso não ocorra o tratamento adequado.
Sintomas: 
O tromboembolismo venoso pode apresentar os seguintes sintomas:
  • Edema (inchaço);
  • Dor;
  • Calor;
  • Rubor (vermelhidão);
  • Rigidez da musculatura na região em que se formou o trombo;
  • Cor mais escura da pele;
  • Endurecimento do tecido subcutâneo;
  • Eczemas.
Tratamentos e Cuidados:
O tratamento do Tromboembolismo Venoso consiste em aliviar os sintomas agudos da doença, evitar o aumento dos coágulos e diminuir a morbidade da síndrome pós-trombótica. É indicado o uso de medicamentos intravenosos ou via oral.
O laboratório Bayer, a fim de analisar o risco da ocorrência de TEV, patrocinou estudos para analisar o uso de anticoncepcionais combinados com drospirenona. Assim como em anticoncepcionais com levonorgestrel, o contraceptivo combinado com drospirenona apresenta baixa incidência do acontecimento de TEV. Já no período da gravidez, esta incidência aumenta-se consideravelmente.
Risco de TEV associado ao uso de contraceptivos – Assista ao vídeo, clique aqui
Risco de TEV associado ao uso de contraceptivos 2 – Assista ao vídeo, clique aqui
Convivendo:
O tromboembolismo é caracterizado pela formação de coágulos de sangue no interior das veias, bloqueando de forma parcial ou total a passagem do sangue. O coágulo, também conhecido como trombo, se forma quando ocorre algum desequilíbrio no mecanismo de coagulação. Complicações após cirurgias, pré-disposição genética, obesidade, tabagismo, gravidez e longos períodos de imobilidade podem proporcionar o desenvolvimento de coágulos sanguíneos e a formação dos “trombos”.
O público feminino é mais comumente atingido pela doença devido à maior frequência de problemas genéticos que propiciam a trombose. Os hormônios femininos tendem a provocar o aumento do processo de coagulação sanguínea em pessoas que já têm histórico na família de casos de trombose.
Quando descoberto logo no início, as chances de cura e de convívio pacífico com a doença são enormes. O tratamento com medicação anticoagulante, que age “afinando” o sangue e diminuindo a formação dos coágulos, é a forma mais comum utilizada pelos médicos para controlar e impedir complicações como a embolia pulmonar.
Praticar exercícios leves é de fundamental importância para evitar o avanço da doença. Caminhar pelo menos 30 minutos todos os dias ativa a circulação sanguínea e aumenta o fluxo, impedindo a formação de novos trombos além de auxiliar na saúde do corpo como um todo. As meias de alta compressão são fiéis aliadas de quem já possui a doença e a intensidade do uso deve ser determinada e acompanhada pelo médico de acordo com o quadro clínico do paciente.
A princípio, o diagnóstico de tromboembolismo pode parecer assustador, mas realizando o tratamento adequado, acompanhado constantemente pelo médico, é possível viver bem com a doença e até mesmo alcançar a cura.
Espero que o post sirva de ajuda! E não se esqueça de se cuidar SEMPRE, a melhor forma de prevenirmos qualquer doença é saber com oque estamos lhe dando. Vá ao médico, faça os exames regularmente e cuide-se! Bjs e até a próxima...

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2 Comentários

  1. Muito legal fazer esse quadro novo!
    Eu rezo p nunca passar por isso, por conta do anticoncepcional!
    Bjus!!!

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    Respostas
    1. Olá Thaís, tudo bem?
      Pois é, eu também peço à DEUS para não passar por isso, justamente pelo uso do anticoncepcional.
      Por este motivo eu sempre vou ao médico para fazer os exames necessários.
      Bjs e obrigada!

      Excluir

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